O nosso Michael

Minhas considerações sobre o passamento do Mike limitar-se-ão a reproduzir as palavras de Jorge Mautner sobre o King of Pop:

Até na cor da pele ele foi experimental.

Lá em 1988, tive um colega chamado Milton, que era de outro estado do Brasil. Ficou apenas um ano lá no colégio, mas foi suficiente para fazer uma festa de aniversário em sua casa. O tema da festinha era He-Man, e o enfeite central da mesa era um maldito Castelo de Greyskull, que cobicei muito. Eu só tinha os bonecos do He-Man e do Esqueleto. Um colega meu foi com seu irmão mais novo – não sei por quê – e deu de presente um batmóvel. Quando o Milton abriu o pacote e revelou o carrinho, o irmão mais novo desse meu outro colega decidiu que o carrinho era seu, chorou e quis pegar para si. Mas não deu em nada. Outro destaque da festa foi o compacto de Bad que o Milton tinha.

Michael_jackson_bad_cd_cover_1987_cdda

Nesse mesmo ano, numa apresentaçãozinha de talentos da 3ª série, um outro colega meu expôs suas habilidades de dançarino imitando Michael. Fantástico.

2 Respostas para “O nosso Michael”

  1. engraçado que andré guaragna, colega meu na primeira série, em 1991, participou do mesmo evento, com igual coreografia.

  2. Bruno Bonfante Diz:

    Até na cor da pele ele foi experimental.[2]

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