Era uma vez…

Chorei arrebatado ao rever mais uma vez essa obra-prima. A grandiosidade. A orquestração cinematográfica. A crueza sofisticada sem forçação. Ennio Morricone. A abertura. O final. Tudo que vem no meio dos dois. O constrangimento pela existência de filmes com ação ininterrupta, rápidos e ultraviolentos, digitais.

Depois de 2 horas e meia de maestria, Sergio Leone e Morricone fazem isso:

Quem não gosta não sabe do que está falando.

Radical?

Pura verdade.

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