KNULPPPP

(seguindo a linha do post anterior – não há pretensão)

Preferências pervertidas principiaram premissa

Riot queer knulp não mais queria máscaras mas queria mascar algo, algo mais crocante. Adentrou aos saltos a lanchonete que já sofrera diversos assaltos divertidos e pediu um prato pronto de doces sortidos. Teve sorte e os doces surtiram efeito, um enjôo imediato. Não querendo demonstrar a vontade monstruosa de fecar ficou quase defecado fincando uma faca na mesa macia. Se faziam dúvidas em seu cérebro de cérbero ébrio. Dívidas e dádivas que ele nem sabia o que significavam, fora a vontade de cagar. Diante de tamanha necessidade de fazer as necessidades tamanhas, Knulp enjoado se ergueu gay e caminhou miando na direção do distrito de cagar. Trancado numa das divisórias, dividido entre não limpar o rabo e usar as mãos para fazê-lo, Knulp rabo sujo refletiu, mesmo que ali não tivesse espelho. Darth Vader era pai de Luke Skywalker, bebia Johnny Walker e batia na mulher. Reverendo Blake não pode ficar assim. Knulp masturbante meio turco meio japonês não deixaria mais, saberia sabores sóbrios. Limpou o rabônis com as mãos e limpou as mãos nas paredes de pedra do distrito de cagar. O xerife e o delegado mandavam ver na sodomia num canto. Charlotte Church era quem cantava. “Aquela puta”, Knulp riotpensou. Grudado na parede como se fosse uma lagartixa, a bicha se esgayrou pra fora do recinto e foi agredido com uma cinta. “Si, bueno filmáquer”, foi o que disse Conchito, enxuto e puto.

Liberado, depois de liberar, Knulp aliviado voltou pro seu assento. Cu ardido. Definitivamente não comeria nenhum assado pelo resto da semana. Estava ela lá. Ele viu Veronique, versando sobre varas e vetustos, violas e verdades, vaginas e voltropes (bothrops). Prismaticamente dark side of the moon se aproximou Knulp da bela francesa Veronique Thomas de pele alva e cabelos edison. Seus membros franceses estavam nus e seus edisoncapilos estavam curtos como sempre, com aquela franjola cobrindo o olho esquerdo. Keith Moon tomara uma pílula e saltara pela janela. Por uma questão de segundos que ele não foi o primeiro, deixando (deixando) a (a) vitória (Veronique) para (para) terceiros (terceiros). Mas a francesa não tinha defenestrado. E também dormia no chão porque não acreditava em estrados. Knulp apaixonado desferiu um golpe verbal: “Doze voltas dei, uma vez o cu, dezenove carros faltaram, enduro.” Veronique, linda e francesa e sorriso irenejacob deu uma vuaderacosdoispénaspaleta: “Quantê quilometrraj?” Knulp Tommy: “Dois-um-sete-seis-sete.” Sábio sabia que sabores sobram. A garota foi conquistada. Pinball wizard. Tilt.

De mãos dadas um pro outro, Knulp in love e Veronique francesa inteligente caminharam pra casa do primeiro.

Longa foi a caminhada pra lounge casa do lânguido Knulp. Com as vidas revistas e suas concepções sobre o mundo trocadas de jornal sensacionalista para publicações revolucionárias, chegaram Knulp fodão e Veronique aparentemente fácil na casa riot queer lounge uma vez samana. Knulp anfitrião arremessou a poltrona que estava sobre os ombros não largos do amigo imaginário cabeçudo. Errou o alvo e acertou Veronique desfalecida. Assutado Knulp burro queer chamou um vizinho visionário e viscoso. Sapo profeta eremita pepita de ouro e vinis empilhados nos quatro cantos da sala especial da prata da sua casa grande que parecia uma senzala apesar de não ter criouloskkk só crioulosnelsonmotta. Eram bem tratados, sem tordesilhas, então retira-se a característica senzala. Maconha e haxixe, fronha e dervixe, bronha e hajneesh. Peculiar.

A atmosfera feriu a fera Knulp e Veronique ferida de morte fertilizava seu carpete de marte. Sapo grã, o anfitrião agora, mostrava itens raros e empurrava álcool e drogas pra kNULP estreiéde. (Lia seis mad em uma hora.) Não recusou, apenas usou. Muito. Minto, pouco. Minto pouco, foi muito mesmo. E muita menta. Menta na mente e mentiras ao pé do ouvido. Sapo vizinho grandslammerbúlgaro já não mais na ativa conquistador queria algo terço pizarro terço queer terço bondage. Knulp escravo atado e atordoado, com medo e com um dedo (no rabo).

Knulp queer violado riotgrita Greta que ouve na grota e grita de volta (ela não vota). Knulp surdo banana nos ouvidos queer passivo soropositivo invejoso da coleção de vinis desatento fedorento de suor maquiagem borrada pele irritada bunda assada não ouve. Sapo descansa e come couve, senta na lança e moby ouve e dança. Já cansado de assar o curió de Knulp doomed queer, tenta reach for the revolver e é interrompido por Greta borderline que só aparece de cem em cem anos. Danças e tiros. Sapo vizinho canalha homocore morto. Greta  wanna be alone desamarra Knulp brianmolko e vai. William Seward Burroughs. Harmony Korine.

Knulp queer mudado joins the masquerade não perde a viagem. Passa por verme e papa Veronique cadáver. Necrofílica cena, onírica e plena.

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