7º FANTASPOA – Mostra Bava: Kill, baby… kill!

Mario Bava, 1966, garantia de coisa boa. Locação incrível, aquela textura de filme, as cores, a fotografia, as luzes verdes e azuis que a gente não sabe porque existem, mas que dão um efeito sensacional.

Um legista galã é chamado a um vilarejo para tentar descobrir junto com o inspetor o que causou a morte de uma mulher. Ela, louca, se atirou de barriga numa cerca de metal. Dentro de seu coração, uma moeda. Logo o galã descobre que o lance é, claro, sobrenatural. Rola aquela disputa razão/ciência X superstição, mas nada que chegue a estragar.

Ronda pela vila uma criança demoníaca, morta há 20 anos. Dá para se cagar um pouco com a cria de 7 anos e seus olhos arregalados e maus. Ela domina a mente de suas vítimas, os habitantes que duas décadas atrás deixaram-na morrer acidentalmente pisoteada por cavalos. O terror toma conta da pessoa escolhida, o sino da igreja abandonada toca sem causa física, e a pessoa se mata, “sangrando até a morte”, como a coitada da menina morreu.

Na cidadezinha tem uma bruxa – gata – que tenta proteger a todos, falhando, e que coloca as moedas nos corações, evitando que os mortos vaguem fantasmagóricos e malignos como a guriazinha.

Espiral de loucura e desespero, bons momentos, desfecho. Com os mestres é simples e maravilhoso.

Bela bruxa

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