sean sonnery sandman sacana

Posted in literatura on Novembro 2, 2009 by felipe

(can connery, can the man suck cana e assobiar ao mesmo tempo?)

knulp riot queer pastor pulula e pula em verdejantes colinas, morrinhos gramados, precipícios infinitos recheados de ou cercados por tripas de asfalto, trilhas de terra e carreiras de coca. knulp riot sonâmbulo vaga madruguento na pista, faróis dianteiros aquecendo seu traseiro queer. riot caroneiro, knulp de dedo em riste, chuva nas costas. queer budista, knulp riot flutua no recanto chinês, fala em inglês e gosta de russo. dostoievski ri infantil, knulp kafka & queer deitado em pé com vulcaespuma nas espáduas. travesseirinho.

knulp riot kafka harry pothead avista o kastelo; 70 metros vermelho e azuls. knulp queer traumatizado, fobia de lugares amplos, vive cagado de medo, assado no dedo, pedras riot&pontudas nos vitrais coloridoscatólicos e bizantônicos. turcomenistão: knulp queer só pernas cruzadas, posição de lótus, topete, vasos comunicantes e fumaça ninja. indiana jones platônico.

riot loUco, knulp bichona canina entra no  kasteloportasgigantes muitosmetrosabertas. gandalf7facesmagobarbabrancadasériewally fala disléxico. knulp queer confuso desliza riot. trajes pagãos. mako vanishes. silêncio ensurdecedor, ares de museum slippery when dry. espelhos e febre. knulp 42° sua em bicas, delira nas picas decorativas, e plantas e paintings, barrokismus tétricos. knulpriot suja paredes, estrabivê (vevesga) reflexos invertidos, jesus cristo esquizofrênico 2002 morrendo INforcado. medo queer. mantra, knulp samana faz ora extra: qüirídskul! qüirídskul! qüirídskul! o que será do serão? montão. montan, fera de mogno, silhueta longilínea, arabescos creme pelo corpo laqueado, braços manetas pontiagudos. sentinela diabólico.

knulp queer sente nela, bunda, cravada da ponta. picapau sem porntalk. knulp riot luta feito puta e chuta, areia nos olhos, movimentos flutuantes totalmente insinuantes mas zeros à esquerda, à direita e ao centro. eixos inválidos. betaknulp assustado não move mognoalgoz, perigo iminente.  perfurações possíveis: baço, fígado e braço. montan inexpressivo facial, ironia na existência. knulp superhate intenso, golpeia forte, com medo da morte ou de um simples corte. knulp enfil foge deslizante flutuante razzante.

sexualknulp embreagem marcha z. moça morfética de porcelana no sofá de veludo, cabelos escarlate e boca de morango, vestidinho verde, cartolinha ou celofane. cotocos manetas, característica mútil comum. knulp queer putarrependida. medo das mãos luvas de ouro armadas de pontiagudas. moça má, morfética mas não boba. knulp ligeiro aluga a vaga e arma a fuga. nova fuga, uma mudança, mudancinha little lugger.

enormeportas já abertas, visualização externa de apartamento, porta da cozinha pra knulp riot que estava dentro. queer exaurido, knulp sai fugido. um mugido. caught a glimpse no gandalf, bicha enigmática, filhodaputa sacana com chifres (pulhorafürasacanacomchupres).

knulp riot takicardia senta e descansa. nem toda vaca é mansa.

fim

Rinoplastia: bad choice.

Posted in comportamento, nariz, nariz grande com as tags on Outubro 28, 2009 by felipe

Uma matéria do New York Times trata de reparos que cirurgias plásticas demandam, principalmente a infame rinoplastia.

Como meu interesse sempre é pichar a rinoplastia, reproduzirei trechos – preferencialmente tirados do contexto – que me favorecem (com grifos meus):

Rhinoplasty, for instance, is tricky because surgeons can’t control healing or how good the building materials are. Cartilage can be too thick or too flimsy; skin draped over a newly fashioned nose structure might not shrink to the shape the surgeon wants.

“It’s a difficult operation with a lot of variables,” said Dr. James C. Grotting, (. . .) “So even in the best of hands, people who only do rhinoplasty,” he said, there is still “a revision rate of up to 20 percent.”

He pinpointed four reasons for dissatisfaction: breathing is worse, which can happen if a doctor doesn’t compensate for aesthetic changes; postoperative deformity that patients don’t like (perhaps removing a bump leaves the patient’s nose crooked); the patient never reached the original goal; and last, the patient got the requested change but now finds it unacceptable. “After, they feel they lost a familial or ethnic characteristic, and ask, ‘Can you do something to put my nose back to what it was?’ ” he said.

“Patients will say, ‘I just want a little taken off.’ How much is a little?” Other doctors sweet-talk patients into thinking the perfect nose or face-lift is within reach, leading to discontent. “People are marketing things they cannot achieve,” Dr. Gunter said.

The skin of the lower nose “won’t necessarily shrink to the shape the surgeon wants,” Dr. Constantian said.

Breathing worse after a rhinoplasty is so common that I’ve heard surgeons say on panels at meetings that they expect it to happen, they tell their patients it will happen,” Dr. Constantian said.

KNULPPPP

Posted in literatura on Outubro 28, 2009 by felipe

(seguindo a linha do post anterior – não há pretensão)

Preferências pervertidas principiaram premissa

Riot queer knulp não mais queria máscaras mas queria mascar algo, algo mais crocante. Adentrou aos saltos a lanchonete que já sofrera diversos assaltos divertidos e pediu um prato pronto de doces sortidos. Teve sorte e os doces surtiram efeito, um enjôo imediato. Não querendo demonstrar a vontade monstruosa de fecar ficou quase defecado fincando uma faca na mesa macia. Se faziam dúvidas em seu cérebro de cérbero ébrio. Dívidas e dádivas que ele nem sabia o que significavam, fora a vontade de cagar. Diante de tamanha necessidade de fazer as necessidades tamanhas, Knulp enjoado se ergueu gay e caminhou miando na direção do distrito de cagar. Trancado numa das divisórias, dividido entre não limpar o rabo e usar as mãos para fazê-lo, Knulp rabo sujo refletiu, mesmo que ali não tivesse espelho. Darth Vader era pai de Luke Skywalker, bebia Johnny Walker e batia na mulher. Reverendo Blake não pode ficar assim. Knulp masturbante meio turco meio japonês não deixaria mais, saberia sabores sóbrios. Limpou o rabônis com as mãos e limpou as mãos nas paredes de pedra do distrito de cagar. O xerife e o delegado mandavam ver na sodomia num canto. Charlotte Church era quem cantava. “Aquela puta”, Knulp riotpensou. Grudado na parede como se fosse uma lagartixa, a bicha se esgayrou pra fora do recinto e foi agredido com uma cinta. “Si, bueno filmáquer”, foi o que disse Conchito, enxuto e puto.

Liberado, depois de liberar, Knulp aliviado voltou pro seu assento. Cu ardido. Definitivamente não comeria nenhum assado pelo resto da semana. Estava ela lá. Ele viu Veronique, versando sobre varas e vetustos, violas e verdades, vaginas e voltropes (bothrops). Prismaticamente dark side of the moon se aproximou Knulp da bela francesa Veronique Thomas de pele alva e cabelos edison. Seus membros franceses estavam nus e seus edisoncapilos estavam curtos como sempre, com aquela franjola cobrindo o olho esquerdo. Keith Moon tomara uma pílula e saltara pela janela. Por uma questão de segundos que ele não foi o primeiro, deixando (deixando) a (a) vitória (Veronique) para (para) terceiros (terceiros). Mas a francesa não tinha defenestrado. E também dormia no chão porque não acreditava em estrados. Knulp apaixonado desferiu um golpe verbal: “Doze voltas dei, uma vez o cu, dezenove carros faltaram, enduro.” Veronique, linda e francesa e sorriso irenejacob deu uma vuaderacosdoispénaspaleta: “Quantê quilometrraj?” Knulp Tommy: “Dois-um-sete-seis-sete.” Sábio sabia que sabores sobram. A garota foi conquistada. Pinball wizard. Tilt.

De mãos dadas um pro outro, Knulp in love e Veronique francesa inteligente caminharam pra casa do primeiro.

Longa foi a caminhada pra lounge casa do lânguido Knulp. Com as vidas revistas e suas concepções sobre o mundo trocadas de jornal sensacionalista para publicações revolucionárias, chegaram Knulp fodão e Veronique aparentemente fácil na casa riot queer lounge uma vez samana. Knulp anfitrião arremessou a poltrona que estava sobre os ombros não largos do amigo imaginário cabeçudo. Errou o alvo e acertou Veronique desfalecida. Assutado Knulp burro queer chamou um vizinho visionário e viscoso. Sapo profeta eremita pepita de ouro e vinis empilhados nos quatro cantos da sala especial da prata da sua casa grande que parecia uma senzala apesar de não ter criouloskkk só crioulosnelsonmotta. Eram bem tratados, sem tordesilhas, então retira-se a característica senzala. Maconha e haxixe, fronha e dervixe, bronha e hajneesh. Peculiar.

A atmosfera feriu a fera Knulp e Veronique ferida de morte fertilizava seu carpete de marte. Sapo grã, o anfitrião agora, mostrava itens raros e empurrava álcool e drogas pra kNULP estreiéde. (Lia seis mad em uma hora.) Não recusou, apenas usou. Muito. Minto, pouco. Minto pouco, foi muito mesmo. E muita menta. Menta na mente e mentiras ao pé do ouvido. Sapo vizinho grandslammerbúlgaro já não mais na ativa conquistador queria algo terço pizarro terço queer terço bondage. Knulp escravo atado e atordoado, com medo e com um dedo (no rabo).

Knulp queer violado riotgrita Greta que ouve na grota e grita de volta (ela não vota). Knulp surdo banana nos ouvidos queer passivo soropositivo invejoso da coleção de vinis desatento fedorento de suor maquiagem borrada pele irritada bunda assada não ouve. Sapo descansa e come couve, senta na lança e moby ouve e dança. Já cansado de assar o curió de Knulp doomed queer, tenta reach for the revolver e é interrompido por Greta borderline que só aparece de cem em cem anos. Danças e tiros. Sapo vizinho canalha homocore morto. Greta  wanna be alone desamarra Knulp brianmolko e vai. William Seward Burroughs. Harmony Korine.

Knulp queer mudado joins the masquerade não perde a viagem. Passa por verme e papa Veronique cadáver. Necrofílica cena, onírica e plena.

Tapa-buraco

Posted in literatura on Outubro 23, 2009 by felipe

Ando muito relapse records, então resolvi pegar uns textos que escrevi na faculdade (na primeira), época de ouro da minha existência. Não pelos textos que vou colocar aqui, mas por todo o resto.

Esse primeiro foi um exercício da cadeira de Redação Publicitária I  (ou II). Era para escrever uma história baseada em  e durante minutos de audição de uma música que a perfessora colocou – e era um new age desagradabilíssimo. Não coloco aqui como quem expõe alguma pretensão de um dia ter ESCRITO, como também não foi a intenção do rockiraw postado anteriormente. Pelo contrário, até vai me constranger ao reler, por bobagens que tentam posar de bem sacadas ou divertidas e alguma possível piada interna de então. Por essa razão, postarei antes de reler.  Avante.

Golpes gostóso gastaram garoto

Riot queer Knulp, depois de ter largado a vida, caminhava já havia muito tempo. As solas de seus sapatos já estavam gastas de tanto buscar, seus cabelos já estavam vermelhos de tão riot, seu semblante já estava cor-de-rosa de tão queer, sua vida já estava perdida de tão largada. Nada acontecia, Knulp começava a enlouquecer com aquela paisagem que se repetia constantemente constantemente se repetia com constância e Knulp estava ficando louco e sentia sua memória a abandonando, sua consciência de que estava vivo deixava de existir.

Knulp caminhava, wandered e foi obrigado  parar quando viu uma bela mulher, jovem e seminua e pés descalços e pele branca e sorriso envolvente. Knulp fulminou a jovem e (que conveniente!) esqueceu que era cool ser queer e que riot era legal e se perdeu nos olhos negros da mulher. Ele conseguiu ver a existência dela, e viu que ela era uma puta do Grande Islã Búlgaro, meio cigana meio do circo, ímpia, torpe e medíocre ou qualquer coisa digna de sofrer preconceito de um riot boy se esse riot boy não fosse queer e não pudesse por isso ter preconceitos. A puta dançou para Knulp, enfeitiçando-o. Knulp observou ao seu redor, mas já era tarde, um grupo de grandslammersbúlgarosquenãopodemcomerderivadosdevacaousejapizza acercava-se e Knulp, no pouco tempo que lhe sobrou antes de tomar o primeiro pontapé, pôde ver que eles eram amigos da vadia. Quando viu, já tinha tomado um megatom no cranioso, e quando viu já tinha tomado outro, de tão rápido que tinha sido o primeiro, parecendo que nem tinha sido aplicado, mas um megatom, e como foi no cranioso! Bah como foi! E recebeu mais golpes chutes no saco cinéfilo (estava de óculos) e taponas na fonte e golpes com cintos de pau rosa nas paletas e pauladas nos joelhos e catarradas e o que mais pudessem grandslammers da Bulgária fazer para se divertir. Knulp se angustiava, sabia que ia morrer com aquele espancamento búlgaro na floresta. Os bandidos cessaram e se riram muito. O sangue escorria da testa do nariz da boca de todo o corpo do queer Knulp, que não encontrava seu lado riot para arranjar forças para levantar e surrar seus algozes, que já se distanciavam com aquela vagabunda cigana e seus poucos dobrões e seu cantil com água.

Assaltado e espancado e desprovido de suas posses, viu que não sabia de nada, pois ainda estava vivo. Knulp queer samana vivera o sansara e só via como opção ser samana, pelo menos pelo resto da semana, buscar o nirvana proferindo o om. Knulp vagabundo parasita queer samana Sidarta busca o entendimento interno com seu eu de dentro e conversa com seu eu de fora, apesar de não ter comido muito naquele dia. Pensava enquanto cagava, divagava defecava difacava defegava. Só restava continuar buscando e caminhando, porque tinha uma música tocando e Knulp não conseguia mais suportá-la e queria encontrar o agente autor daquela tortura.

Parou, escutou, identificou (irenificou), se virou e voltou a caminhar. A música ia ficando mais clara, estava mais próxima. O queer samana de fim-de-semana espiou entre os arbustos (quem dera fossem bustos) e pôde ver a figura de um gordão tocando algum instrumento que ninguém nunca tinha visto, mas todo mundo já tinha rezado para seu deus para nunca ouvir tal som. Knulp gritou:

“Mijar quente e beber frio, o que mais pode um homem querer?”

O gordão parou de tocar e se virou para onde Knulp estava, mas não viu nada e nem imaginou que a frase proferida era de autoria de Henry Miller, um velho muito mais velho e muito mais safado que o velho safado Bukowski. Knulp riot pulou para dentro da clareira onde estava o gordão e disse:

“A única coisa a se lamentar sobre o suicídio é a falta de coragem que nós temos para cometê-lo.”

O gordão retrucou:

“De onde vens, covarde?”

Sidarta Knulp:

“Benjamin Franklin disse que Deus criou o homem para beber. Divino. De vinho. Noé só bebia água e foi castigado com o dilúvio.”

Gordão:

“É. De fato.”

Riot queer samana:

“Quieer ids cool. Shoplifters of the world, unite and take over. And take cover! Bruise Pristine, we were born to lose.”

O gordão estava irritado com Knulp e recomeçou a tocar, functioning mechanik e dizendo:

“Minha gatôrra é minha vida. Minimalworldmusiquenonstop.”

Knulp Sidarta queer samana atariteenageriot morisseymolko morreu. Não era tão burro assim. Pode-se dizer que era vidente. Ou profeta, quem sabe?…

Agente 00peta

Posted in internet on Outubro 7, 2009 by felipe

Acho que a partir de agora faço parte de alguma INTRIGA INTERNACIONAL, sob o codinome Etel Aparecido de Carvalho. Recebi essa mensagem privada no meu nunca usado perfil no fórum de admiradores de narigudas Pinocchia.com:

Hello felipeta

You received the following message from: angelphilip (xxxxxxxxxxx@yahoo.fr)

At: http://forums.pinocchia.com/

01 BP 2927 Abidjan 01 Côte d’Ivoire
Yopougon
TeL/ Fax.(225) 66-463681

Attention Etel Aparecido De Carvalho,

I received your mail, do not worry as soon as the diplomatic agent departs from here, I will contact you immediately to inform you and to give you his flight schedule so that you will make an urgent arrangement to meet him on his arrival to Brazil.

Always be intouch with me so that you will be updated.

Just try to always follow my directives I promised that it shall be good.

Hope to hear from you soon.

Quality service is our greatest concern.

Regards.

Mr. Collins Lookman International Remittance Department.(BHCI)

ANTICHRIST

Posted in arte, cinema, filmes on Outubro 7, 2009 by felipe

Para fazer esse filme o Lars von Trier pesquisou misoginia, a mitologia do Mal e filmes de terror, segundo os créditos finais, e num período de profunda depressão.

O velho Lars começa mal intencionado, largando tipo um passo-a-passo do desespero, dizendo que quando dá merda o cara se fode sem contornar e é horrível. E que só piora.

Eu não tenho grandes leituras do filme, e lamento ter ido assistir sabendo o mínimo que soube, seja de história, seja de cenas. Nunca funciona com esse tipo de filme. Mas já era, para ver de novo sem saber de nada, só perdendo a memória. Infelizmente para outros eu larguei mínimos detalhes da película, então a experiência já vai maculada para eles também.

Fato é que a natureza é EVIL, mulher é EVIL, tudo é EVIL.

Não acho que as cenas são desnecessárias, é ridículo dizer isso. Se o filme não tivesse as cenas que tem, seria outro filme, ora. Não tem sentido dizer que uma cena está ali gratuitamente, só pra chocar, porque ela dá o tom do filme, faz parte dele. Peitos de fora em filmes do Jason é que são gratuitos, não acrescentam nem fariam falta se não existissem. Não gostou do filme? Tá no teu direito.

E digo mais, interpretando ou não, analisando intelectualoidemente ou não, entendendo ou não, eu me satisfaço com coisas desse tipo:

antichrist2QqoL-Uma cena que se forma: uma mulher louca mutilada, um veado que circulava com um filhote pendurado no cu, uma raposa falante com uma sineta no pescoço e uma gralha maldita. Lars von Trier got it covered, everybody, we can go home now.

rockiraw

Posted in literatura on Outubro 2, 2009 by felipe

quem me institucionalizou?quem me instiutolaô? quem mi instutiô?le me esterodiou. jager no maiselven, jaqir rabatsapanama curuiê javgatnori.

perfil cidadão: gravkato, oranalmental.

sendo um careca, aparência de velho, cronologia de moço-omem, agradeceu com uma educação mezzoaristocrática e relatimpossivelmente doriangray.

três dias abafado, encubado, no escuro & desnutrido, áridosecocaatingasertãopuêra, pele roxa, abismus feito veias (artérias, escrobu).

greb. greb. not now but is was. ragnarorate! ex-gruviskstaden! xai! rockiraw! xá! e eu fico parado, observante. a dinâmica quadrada e ventosa. filosofia.

o cara que morava num morro no litoral catarinense, numa casa mui grande, um muro de 4 metros separando a varanda com piscina do restolha matatlântica. sublimando as filhas, porém filhos, porque tinham cabelos crescidos e criavam aparência óica de mulher-menina; menina com camisetadefísica do mickey & brincando de carrinho & ajudando o pai nos trabalhos rurais diários e tal. mina com músc(ul)o.

o princípio já é natifinito. bã! aos otários e fiadasputa! não pode ser valor básico aceito tal piábora subversiva! chau fiend!

e estrondos repetidos. fim.

todos quens se olham, entreolharis agratus, procuram aquilo que realmente propicia a cronenbice, a lynchice, jarmice… qualquer manifestação antissocial deve na repulsa fenecer, podrecer, ir.

e assim falou [aquele mito criado enquanto você surrava a garota]

novembro de 2002

Réplica a “Picuinhas…”

Posted in o blog on Setembro 27, 2009 by felipe

Sobre as picuinhas com  nomes das pessoas, encontrei duas explicações do mestre (na verdade Doutor) em português Cláudio Moreno.

O certo é ACENTO NA CABEÇA, por mais que muitos não tenham.

Só falei de Luís e Antônio, mas o professor fala dos Cláudios e Mários, também. E aqui.

Em nenhum momento eu falei em NORMA CULTA, fui claro em relação a isso, a minha ignorância e ao fato de tudo que eu disse ser PICUINHA, mas não machuca ter O CERTO quando possível.

Sobre os outros problemas citados no post original, não encontrei ajuda no site do Moreno.

Mais picuinhas…

Posted in Uncategorized on Setembro 26, 2009 by felipe

Yoñlu não era “um jovem músico gaúcho que tirou a própria vida aos 16 anos, em 2006″, como diz a Contracapa do Segundo Caderno da Zero Hora de dias atrás.

Vinícius Marques era um guri de 16 anos que se matou em 2006. Descobriu-se, depois do suicídio, que o guri tinha muita música no computador, que ele mesmo compunha e gravava sob o pseudônimo Yoñlu.

O Tiago tem letras de música guardadas na gaveta e teve algumas bandas que até na tv tocaram, além de aparecer em festivais pelo Brasil; eu tenho desenhos guardados numa pasta. Vivos ou mortos, não somos “um letrista/um músico” ou “um desenhista”, admitamos todos. O guri, com todo respeito, NÃO ERA “um músico”, não importa o tamanho do talento nem a quantidade de canções que ele gravou em seu quarto nem o fato de HOJE ele ter um disco que o David Byrne lançou e o Devendra Banhart chora ouvindo.

Diablo Cody não é uma stripper (ou ex-stripper, enfim) que ficou famosa por ter escrito o roteiro de Juno. Ela é uma escritora/blogueira que ficou famosa por ter escrito o tal roteiro. Ela FOI stripper, sim, foi. Mas é completamente diferente de uma Bruna Surfistinha ou alguém do tipo SER uma puta que resolveu escrever um livro sobre sua vida de putaria. Diablo Cody escreveu um livro sobre suas experiências como stripper, sim, atividade que ela resolveu exercer por palhaçada, depois de já ter se formado na faculdade e trabalhado como DJ de rádio e secretária, mantendo um blog ficional baseado nessa última função. Então, quando muito, ela é uma secretária que ficou famosa depois de escrever o roteiro de Juno. Embora eu fique com “escritora/blogueira”. Lamento, mas é a real e vocês sabem. Desde 2006 eu sei, porque vi no Letterman. É simples entender que ela não ERA uma stripper. É simples e razoável pra cacete aceitar a diferença entre ERA e FOI.

É PICUINHA, eu sei e reforço, mas ela NÃO É UMA EX-STRIPPER que escreveu um roteiro. Aceitem e não difundam o contrário.

Picuinhas ou nem tanto

Posted in comportamento, cotidiano com as tags on Setembro 26, 2009 by felipe

Começa com o pen drive, esse armazenador de vírus. Parcela da sociedade tem o hábito de se referir ao artefato como A PEN DRIVE.

Por quê? Por acaso não se trata de um drive? Especificamente um flash drive, como chamam os americanos. Um pen drive NÃO É UMA CANETA. Nem mesmo SE PARECE com uma caneta, menos ainda exerce a função de caneta. Tá errado A pen drive, pô.

Pen drive seria feminino se, por acaso do destino, usássemos termos franceses para nomear artigos de computação. Na França, como apontou a Dora, o pen drive é uma clé USB. Aí, aportuguesando escrotamente, o pen drive brasileiro seria UMA CLEUSBE, digamos. Uma CHAVE USB. O pen drive se assemelha com uma chave? Não, mas isso já não seria problema nosso, porque foram os franceses que inventaram, apenas teríamos nos apropriado do termo. [Se bem que assemelha-se um pouco a uma chave, sim, na medida em que pegamos entre nossos dedos e inserimos numa entrada no computador, abrindo a unidade (uma chave que abre a si mesma!). MUITO mais sentido do que dar nome de CANETA pro bagulho.]

O que me leva adiante e me faz pensar que chamar um flash drive de PEN DRIVE só pode ter sido invenção de brasileiro. E por que simplesmente não nos apropriamos do termo flash drive, cacete? Se eu pesquiso pen drive no Google eu não encontro nada estrangeiro se referindo a esse negócio que usam pra guardar vírus, mp3 e séries baixados nos computadores da faculdade. Quando muito, acho o verbete flash drive da Wikipedia, sei lá, porque o Google é esperto.

A Cherry bem apontou a coisa mais óbvia do mundo: usar-se-ia o artigo feminino se o objeto fosse uma DRIVE PEN. Isso, claro, supondo que o termo original em inglês trouxesse essa maldita palavra “pen”. De qualquer maneira, se o termo fosse drive pen, já não nomearia uma unidade de armazenamento, mas sim uma caneta com alguma peculiaridade (peculiaridade irrelevante para o caso).

Então: nota zero pro pen drive. E nota zero, sem direito a recuperação, para A pen drive.

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Outra parcela da sociedade baixa AS mp3. São ARQUIVOS, não são MÚSICAS. OS arquivos, OS mp3. Decerto já tá encarniçada uma distinção entre o aparelhinho que toca as músicas e o arquivo que o cara baixa,vai saber… Nêgo baixa UMA MP3 para ouvir NO MP3. Jesus.

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Para mim, A pen drive e A mp3 são amigas DA Guaraná e DA Sprite que estão guardadas NA isopor, no porta-malas DA Escort.

Picuinhas, no más. Não é minha intenção ofender quem fala desse jeito. Mesmo porque a máxima existe e nunca é demais lembrar:

OFENDER-SE É ESCOLHA DO OFENDIDO.

Se ofende quem quer. EU não ofendi ninguém. Ofender-se é escolha do ofendido, principalmente se ele escolhe chamar seu pen drive de A pen drive.

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O continente Antártico, lembram dele? Pois no meu tempo de colégio ele era conhecido como Antártida, com D. Já faz uns anos que mudou, não sei por quê, pra Antártica. Ártico, antártico, sim, faz sentido, não estou dizendo o contrário. Só que NÃO ERA, porra, era ANTÁRTIDA.

Assim como era Luís Fernando Veríssimo e Érico Veríssimo. Tenho os livros aqui em casa, ora, era assim. Hoje os acentos todos sumiram.

Eu sei que em nenhum lugar está dito que a grafia deve ser filha da fonética das palavras, mas FARIA TANTO SENTIDO. Nem mencionarei o Acordo Ortográfico, que mijou e cuspiu em cima dessa “minha” BANDEIRA.

Me desculpem os Veríssimo, mas se tá escrito Verissimo em português, é para o cara ler ve-ris-SI-mo. Como o cara lê arrimo, paladino. Para mim é nada além de óbvio. Vale o mesmo para o Erico. Esse nome, escrito assim, é a palavra rico precedida de um E. O R vai suavizar, claro, mas o ICO é o mesmo,  como em Alarico. Se tá sem acento, não posso me referir ao autor como Érico, pô.

E o Luís também. Luís sem acento – Luis – não é nada além de LUZ dito errado. Tipo “apaga a luiz, faiz favor”. Tá ali o UI, ué. RUI, LUI, LUIS.

Antônio é outro que se livrou do acento. Só que Antonio, para mim, é a mesma coisa, sonoramente, que Antonil, varonil, Brasil, brio, tio.

Não sou burro e intransigente, não chamo as pessoas pelo nome errado só porque mandaram os acentos pro inferno, mas não deixo de ser partidário de as palavras serem escritas como são lidas. Sou pela pela eliminação do H e do X, pela duplicação dos S’s e pela promoção do Z e do CH. E dane-se a etimologia.

Estilo Qorpo Santo, como fez questão de ressaltar a Mariana.

Não me agrada nada, tampouco, ouvir falarem em “pen drives” com 2 gigaS. Que gigas, meu? Internet de 5 megaS. Para a puta que o pariu, tchê. É o mesmo que nós gaúchos, por exemplo, começarmos a falar que as coisas são TRIS, em vez de TRI. Não tem essa, magrão. Tri e trimassa não tem plural. “Vi 2 filmes trimassas.”?? O CARALHO. Evidencia-se assim que também rejeito o uso do fodas. Isso é plural do substantivo foda. Uma foda, duas fodas bem dadas. BITCH. Desprezo esse uso internetês do adjetivo foda no plural.

Um mínimo de ordem, um mínimo de parâmetro, um mínimo de critério. É o que eu acho.