Nem pretendia fazer essa lista, mas resolvi fazer só para não deixar o local tão abandonado. Só que o WordPress mudou e parou de funcionar direito aqui, não sei o motivo. Então é uma lista, sem imagem, sem link, sem porra nenhuma.
Os filmes de 2011 foram ofuscados pela mostra Sou o que são meus filmes, com documentários do Werner Herzog. Não listarei os que vi, apenas direi que ter visto os que eu ainda não tinha visto, ter visto uns 8 doc do Herzogão em 2 semanas, me tornou uma pessoa melhor do que qualquer pessoa que não tenha feito o mesmo. Aprendi muito sobre a Máquina Herzogante, ficando muito contente com isso.
Mas à lista.
Primeiro, os melhores filmes que vi no Fantaspoa 2011, que têm seus devidos posts no blog, basta procurar: MACHOTAILDROP e Graphic sexual horror.
Notre jour viendra. Já coberto no blog. Procure.
Dogtooth (Kynodontas). O novo cinema grego chegou bem louco. Recomendo Attenberg, também.
I saw the devil (Akmareul boattda). Sul-coreano do mesmo diretor de The good, the bad, the weird, que eu não vi. Um filme de vingança. Ano passado listei O caçador (Chugyeogja). Esse segue a mesma pilha, mas é menos rude e mais malvado, além de mais produzido. Um cara vai atrás do psicopata que matou sua namorada. Maltrata muito ele, por mais de 2 horas de filme. O assassino é o cara do Oldboy, melhor ator da Coréia do Sul.
Marwencol. Documentário sobre um cara que foi espancado e perdeu a memória. Ele constrói uma nova vida criando uma cidade com bonecos da Segunda Guerra. Demente e emocionante.
Hanna. Um filme pequeno sobre uma guria que é uma máquina de matar. Figurou em várias listas de melhor do ano. Concordo. Antes de ver eu esperava uma coisa que sabia que não teria. Porque achava que sairia um filmão americano, thriller de ação igual a vários, o que diminuiria o fator badass da guria. Veio outra, melhor. Não é um blockbuster, tem vários toques de filme menor mesmo, alternativo, pilha européia e tal. E o fator badass da guria nem é tão grandioso, o que foi até melhor mesmo. Repito, não é um filmaço, é um filme menor trimassa.
Melancolia. Um óbvio. Depressão e Dolby stereo surround digital estremecendo progressivamente a sala de cinema enquanto UM PLANETA absorve as nossas almas. Ah, tu baixou, perdeu isso.
A centopéia humana 2. Sim. Lento, vazio, doente e cruel. Começa numa pilha Henry: retrato de um assassino e Schramm, depois descamba para outra coisa. Desagradável. Ainda válido. Tom Six vai bem. Haters gonna hate.
Fechando o ano, Cold fish, do japonês Sion Sono. Duas horas e vinte minutos de poucos acontecimentos, até chegar no clímax de 50 minutos e terminar. Sucesso.



Comentários recentes